Esta é a capa da edição nº 8.

Como já podem ter vistio nesta edição existem várais grálhas a primeira é na capa onde diz nº8 ano 2000 devia ser 2001.

A Unknown Town #8 vair ter o seguinte alinhamento pag.2 Editorial feito pelo editor Nuno Filipe Pereira. Pag.3 Jonh lee hocker por Fontes Lamacento.Pag.4 A rádio nacional mais pesada por J. Rocha. Pag.5 Curtas e directas com um espaço para os NEW NACKED SOUNDZ e moradas de bandas. Pag.6 Alice in chains por Hugo batista. Pag.7 letras de música nesta edição masi duas letras de grandes bands. Pag.8 e 9.Fotografiti com fotos de skate sedidas pela Rip Off. Pag. 10 A cena do Jazz por fontes lamacento. Pag. 11 Trovador e Campeonato nacional de Skate. Pag. 12 Diz-que-Diz(Zeca campos volta e continua cada vez mais mordaz na sua critica á sociedade. pag. 13 Faith no More por Hugo batista. pag. 14 Hypr-metal festival de Mangualde por J. Rocha.pag. 15 e ultima dedicada a Incubus

o Editorial da UT feita por Nuno Pereira Bem vindos a mais uma edição da U.T., com muito trabalho, mas cá estamos novamente. Para além da rubricas habituais com que os nossos leitores podem contar nesta edição,temos ainda, textos variados dos nossos habituais colaboradores e que são desde o Jazz até ao Metal, passando pelo Blues. Esta é uma publicação desinibida e sem qualquer tipo de preconceito em mostrar novas opiniões e novas ideias, aliando-as á “velha guarda” da música. Vamos tentar que com esta edição possamos chegar ainda mais longe na divulgação de ideias ou conceitos não muito conhecidos. Mas sempre tendo em atenção o bom gosto e a razão do nosso lado. Não basta ser diferente, tem que, apesar de tudo estar em harmonia com a sociedade. Mas claro, mostrando sempre as diferenças pelas quais queremos que num futuro próximo estes possam acompanhar-nos nesta odisseida da vida. Todos nós queremos ter um melhor meio ambiente, mais limpo, mais ecológico, mas a verdade é ninguém faz com que isso aconteça. Temos que passar das palavras “politicamente correctas” para a acção. Temos que reciclar mais, dar espaço a outros tipo de alimentação mais saudável e a outros tipos de cultura. Há que olhar mais para o lado e deixar que todos se possam expressar mesmo que não seja da maneira mais “tradicional”. Alegria de viver em harmonia com todos, isso é que é importante. Agora a minha mensagem, é a de sempre, “do it yourself” uma máxima importante mas, com isto, não estou a dizer que nos devemos por á margem de tudo e de todos. Construir, inovar para que todos nós, possamos usufrir de uma vida melhor. Defender os direitos dos animais e lutar pelos nossos ideiais. não nos deixarmos aborver por uma sociedade individualista e cada vez mais consumista. Oiçam muita e boa música, procurem os vossos horizontes e se poderem passem pela sala de cinema mais próxima.

John Lee Hooker Boom Boom
John Lee Hooker ! Haveria tanto para dizer, transcrever, informar, ensinar e acima de tudo divulgar a vida e obra deste grande mestre dos Blues, que apesar do seu nome estar conotado com a música contemporânea-pop ( inevitavelmente e ainda bem ) graças á colaboração dos mais variados artistas da actualidade, a quem lhe prestaram deste modo tributo ao mestre que a muitos influenciou ( musicalmente ) e a sua arte, causando algum interesse ao público, que tem o "feeling" Q.B. para admirar a verdadeira essência musical do som que originou a revolução musical do Sc.XX, Rock N`Roll. Mas infelizmente não vai ser possível visto que este colaborador perdeu, sim, perdeu todos os dados com a biografia do " Mr. Dimples ". Mas espero que a minha observação pessoal seja minimamente elucidativa para que quer descobrir ou redescobrir algo sobre ele. È talvez de conhecimento geral que John Lee Hooker é um octogenário ( não, não sei precisar a sua idade ) nasceu no sul, no Mississipi ( como a maioria dos grandes mestres da altura ), num dos imensos campos de algodão, lá começou a sua carreira tocando em bares e pequenos clubes clandestinos, onde granjeou a fama de excelente contador de histórias. Em finais dos anos quarenta mudou-se para Chicago de malas e família ( mulher e filhas ) onde trabalhou em diversos sítios, como matadouros e outras fábricas da cidade " Fénix ". Ao longo dos anos, ainda efectuou alguns registos, muitos dos quais, com diversos nomes, como John T. Booker. Mas foi como John Lee Hooker que se firmou no showbusiness. O seu tema emblemático foi " Boom Boom ", este tema tem uma história curiosa como o próprio contou, num programa de televisivo norte-americano em homenagem á sua vida e carreira (um dos muitos ), sempre que Johny Lee chegava ao clube onde estava a actuar na altura atrasado (é preciso frisar que chegava sempre atrasado ), depois de mais um árduo dia de trabalho, havia uma barmaid ou talvez uma corista (também não sei precisar) que dizia " Boom Boom, ,here he comes again” ou “Boom Boom, right in time” a partir do “Boom Boom” da moça, ele escreveu um dos melhores temas de Blues de todos os tempos. Boom Boom também é tema título de um dos melhores álbuns, onde alguns temas foram extraídos para a banda sonora de “Mississipi escaldante”, outro álbum de igual importância é o “Dimples”, onde igualmente como o “Mr.Lucky”, também tem colaborações com outros artistas. O grande regresso dos Blues e de John Lee Hooker, deu-se em duas frentes, a primeira em meados dos anos sessenta, quando bandas como Rolling Stones, The Who, Yardbirds, Cream, The Animals, Ten Years After e não esquecendo o pai do grunge e do metal, Jimi Hendrix, pegaram em temas dos grandes mestres e tocaram-nos com outras roupagens. A segunda deu-se no “Boom publicitário” do final dos anos oitenta por parte das multinacionais, uma conceituada marca de roupa, usou “Manish Boy”, um tema de Muddy Waters, para a sua campanha publicitária, enquanto que outra marca conceituada pega em “Baby Lee” e “Boom Boom”, dois temas de John Lee Hooker para bater a concorrência. Com a onda revivalista dos anos 90, ou finais de oitenta, nada parecia mais propício para que Mr. Hooker voltasse ás lides dos palcos e dos discos, com novos temas e outros remisturados, fazendo pelo meio aparições nas primeiras partes dos concertos de grandes nomes do Rock, como Rolling Stones e Bonnie Raitn. Com quem gravou uma nova versão de “I`m in the mood for love” ( como ambiente musical é um excelente preliminar, acreditem ). O que devia escrever sobre John Lee Hooker, bem, terá de ficar para uma próxima ocasião quando reunir os dados necessários para uma apresentação digna e exaustiva que um rei dos Blues merece ter, entretanto, aqui fiquem com aquilo que pude arranjar em relação ao grande mestre “Dimples”. Sim, nada mais, nada menos, que a sua discografia de maior importância. Ora fixem bem: - Boom Boom - Chill Out - Mr.Lucky - Blues For Big Town - Dimples Para não falar desde já, nos temas que para sempre ficarão como símbolos de todos aqueles que amam a música americana da libertação sobre a opressão escravista do sul/norte americano. Para nosso pesar, informamos que um dos grandes músicos de Blues de sempre com o seu estilo “Voodoo” inconfundível, faleceu. Estou a falar de Jay Hawkins, thank God he put a spell on you. Fontes Lamacento

HISTORIA DOS ALICE IN CHAINS Formados em 1987 in Seattle, WaLayne Staley formou a primeira encarnação da banda, decorria a decada de 80, os Alice N Chains . Conheceu então o guitarrista Jerry Cantrell em 1987 no Seattle rehearsal warehouse the Music Bank e começaram então a trabalhar juntos na banda agora de nome Alice In Chains. A formação da banda ficaria pronta com alguns amigos de Cantrell ,Mike Starr(bass) e Sean Kinney (drums),começando então a tocar em clubes de Seattle . De certa forma , podemos afirmar que os Alice in Chains são a banda de heavy metal do princípio dos anos 90. Juntando certas influências do metal ,a banda consegiu desenvolver um som único com reefs arrastados e guitarras com melodias bem texturadas e envolventes. Assinaram pela Columbia Records em 1989, pela qual laçam o primeiro album Facelift Decorria o ano de 1990. No album intitulado Facelift, a banda soava um pouco longe do som que viriam a praticar nos albuns seguintes . Pode-se no entanto sentir já em certas músicas o som algo melancólico em músicas como Bleed the freak e Love,Hate,Love. Deste album têm dois Hits, nas músicas We die young e Man in a Box. Lançam de seguido de um fabuloso EP ,de nome Sap, escrito e gravado num tempo record. Deixam para trás a fúria das guitarras electricas e conseguem com malhas bastante simples construir belas músicas. Neste momento eram das mais proeminentes bandas grunge (nome que deram ao movimento iniciado em seatlle , e que tinha como denominador comum o revivalismo dos anos 70 de bandas como Black Sabbath , Led Zepplin etc.)de seatlle. Lançam então o seu segundo álbum de originais em 1992 Dirt, com o qual conseguem obter um estrondoso sucesso. Aclamados pela critica e pelo público o album vende milhões de cópias (três milhôes) pelo mundo inteiro e alcança múltiplas platinas .Nesta fase da carreira começam a notar-se alguns problemas no seio da banda. Sai o e baixista e membro fundador Mike Starr entrando para o seu lugar Mike Inez (antigo baixista de Ozzy Osbourne) e os problemas de Layne Staley com a droga comecam a tornar-se um importante fardo para a banda. Nota-se nas letras de Dirt que a droga faz parte do universo de Layne Staley .Lançam de seguida ,como o fizeram antes, um EP calmo ,que lhes trás novos exitos. De seu nome Jar of Flies sai em 1994 .O facto de não entrarem em digressão para promover o Ep, levou mais longe os rumores da adição do vocalista. Em 1995 lamçam o album homónimo que atingiu o numero um nos top americanos. Mas apesar disso o futuro do grupo assemelhava-se negro e nem o album o Unplugged gravado para a MTV (á cerca de dois anos que a banda não dáva concertos), apesar do seu sucesso , trouxe boas novas .Até hoje existem rumores de uma separação eminente. Mas são como o nome indica não passam de rumores.